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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Carta ao Director do "Público" sobre a mentira acerca da Marcha pelos Animais de 10 de Abril

Caras Amigas e Amigos

Dou-vos conhecimento da carta que acabei de enviar ao Director do "Público", sobre a mentira acerca da Marcha pelos Animais de ontem, 10 de Abril, vergonhosamente extensiva a todos os órgãos de comunicação social.

É bem vinda a sua divulgação, por todos os meios que julgarem convenientes, em abono da verdade.

Saudações amigas

Paulo Borges
....

Exmº Sr. Director

Tinha 14 anos em 25 de Abril de 1974 e saí à rua com o mesmo entusiasmo de milhões de portugueses para saudar a restauração das liberdades fundamentais dos cidadãos, entre as quais a liberdade de imprensa. Depois disso desiludi-me com a política convencional, a meu ver demasiado estreita, e dediquei-me sobretudo à docência universitária. Há cerca de um ano faço parte da Comissão Coordenadora do Partido Pelos Animais e foi nessa qualidade que apoiei a Marcha pelos Animais, em 10 de Abril, e que fui entrevistado pelo vosso jornal. Lendo a afirmação do jornalista de que "centenas" de pessoas estiveram presentes, não posso reprimir a minha indignação: como podem "centenas" de pessoas, em filas de cerca de dez, encher completamente o percurso do Saldanha ao Marquês de Pombal, dar a volta a esta Praça e entrar ainda na Rua Braancamp, como muitas fotos e videos documentam? Como pode alguém reduzir a "centenas" as 3000 pessoas que, no mínimo, estiveram presentes?

A minha indignação é tanto maior quando vejo o "Público", cuja qualidade prezo, fazer coro com outros jornais de qualidade muito inferior e ficar atrás dos canais televisivos, que deturparam ligeiramente menos a realidade, falando de "mil" pessoas...

Compreende-se que os órgãos de comunicação social não estejam interessados nos animais, que felizmente não lêem jornais nem vêem televisão, como se compreende que o poder e as forças políticas não se interessem por quem não vota e é apenas vítima passiva e silenciosa de todo o tipo de maus-tratos e abusos. Não se compreende é que os media tenham o despudor de insultar com tamanha mentira o crescente número de cidadãos que se erguem para dar voz a quem não a tem e que colocam a defesa dos direitos dos animais como condição para uma sociedade humana melhor e mais evoluída. Assim o comprova, além dos milhares de pessoas que saíram à rua no dia 10 de Abril, a recente entrega de uma petição contra a criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura, de que sou primeiro subscritor, e que obteve 8200 assinaturas em menos de dois meses.

Sinceramente, Sr. Director, não foi para isto que a liberdade de imprensa foi restaurada em Portugal! Tenho hoje 50 anos e sinto o meu entusiasmo adolescente traído por ver a liberdade de imprensa convertida em liberdade de manipular a opinião pública. Não esperava era ver o "Público" ir tão despudoradamente neste rumo...
Paulo Borges(Professor na Universidade de Lisboa)

(Mail recebido através do Grupo Animais em Portugal)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

AGIR PELOS ANIMAIS - COIMBRA

ONDE ENTREGAR OS SEUS DONATIVOS
É com enorme gratidão e profundo reconhecimento que a Associação Agir pelos Animais vem desta forma agradecer a pronta colaboração dos Bombeiros Voluntários de Coimbra nesta causa, disponibilizando o seu espaço e com muito boa vontade receber donativos em géneros para posteriormente serem recolhidos pela e para os animais ao cuidado da AGIR. Assim, se puder contribuir com:
- ração (cães e gatos)
- medicamentos e desinfectantes
- desparasitantes (internos e externos)
- mantas, casotas, transportadoras e areões
- areia paara gatos
-produtos de higiéne
PODE ENTREGAR O SEU DONATIVO JUNTO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE COIMBRA, na Av. Fernão de Magalhães, perto da loja do Cidadão. Contacte: 965450636 ou agir.agir@gmail.com e notifique-nos sempre que possível, para procedermos à respectiva recolha. Bem haja por ajudar-nos a ajudar! Um enorme bem haja ao Sr. Comandante Fernando Nobre e a todos os Soldados da Paz, em especial desta Corporação.
Aproveitamos para contextualiza-lo da situação actual.
A AGIR:
- a alterou a sua Sede para Coimbra na Assembleia Geral realizada no passado dia 7 de Março do corrente ano, mas continua sem possuir um espaço físico próprio;
- não possui qualquer veículo motorizado para efectuar qualquer tipo de transporte necessário, excepto quando os voluntários dispôem do seu próprio meio de transporte em benefício da causa, sempre mediante a disponibilidade de cada um;
- não possui voluntários a tempo inteiro, logo não tem recursos humanos sempre 100% disponíveis para todo o tipo de tarefas, incluindo o recebimento de donativos ou situações de emergência.
Em suma, sem espaço próprio, sem transporte e sem voluntários sempre prontos a dar resposta, resta-nos a SUA ajuda também, o seu contributo, e pelo qual ser-vos-emos profundamente gratos. Como eles não falam, vamos AGIR por eles!
Milhões de Obrigados!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O BAA JÁ É NOTÍCIA!

Segunda-feira, 30 de Março de 2009
noticia da Lusa sobre o BAA no Universo Sic : Expresso e Visão
Postado por BANCO ALIMENTAR ANIMAL às Segunda-feira, Março 30, 2009 0 comentários

BAA no Sapo Noticias
O nosso Obrigado a Sapo por ter divulgado o nosso projecto
Postado por BANCO ALIMENTAR ANIMAL às Segunda-feira, Março 30, 2009 0 comentários
Domingo, 29 de Março de 2009

BAA na SIC
Mantimentos, cobertores, medicamentos ou brinquedos
Cães e gatos recebem ajuda de Banco Alimentar dos Animais
Têm quatro patas, bigodes, muito pêlo, feitios mais ou menos difíceis e a ajuda do Banco Alimentar dos Animais (BAA), que, desde Dezembro, entrega mantimentos, cobertores, medicamentos ou brinquedos aos cães e gatos mais desamparados.Alguns têm nomes retirados do nosso imaginário infantil, como o Zorro, a Godzilla, o Golias, a Barbie ou a Cindy, outros são confundidos com aristocratas como o Marquês, outros têm nomes originais como a Maria Azeitona ou a Maria Seara e outros ainda, como o Romeu e a Julieta, lembram-nos que nem todas as histórias têm um final feliz.
Blogue do Banco Alimentar de Animais Todos estes, e muitos outros, foram acolhidos pela Focinhos e Bigodes, uma pequena associação para a protecção de cães abandonados que luta todos os dias para lhes dar um lar e que conta agora com uma ajuda extra. "É sempre importante ter a ajuda do BAA, porque nós vivemos dos sócios, que neste momento ainda são poucos, das campanhas que vamos fazendo e das coisas que as pessoas vêm cá oferecer, e a campanha alimentar é importante porque algum dinheiro que nós conseguimos angariar é para as esterilizações, para os remédios ou para os veterinários", disse à Lusa uma das responsáveis pela associação, Ester Tenreiro. O espaço, existente há seis anos em São Domingos de Benfica, em Lisboa, é pequeno e já está cheio com os 60 cães que a associação foi entretanto recolhendo das ruas. O lar provisório destes animais são várias boxes que têm vindo a ser recuperadas muito à custa do trabalho de todos os voluntários da Focinhos e Bigodes. "A maior dificuldade da associação é a situação financeira, principalmente, porque para termos isto e a Câmara deixar que isto continue, temos de ter muitas condições e é o que temos estado a fazer com estas obras para depois termos uma aprovação e podermos continuar", explicou Ester Tenreiro, sublinhando que a alimentação e os cuidados médicos com os animais são o que mais pesa no orçamento da associação. Um trabalho que conta agora com a ajuda do Banco Alimentar dos Animais, criado em Dezembro do ano passado com o propósito de angariar alimentos para todos os cães e gatos que, com particulares ou em associações, precisem de ajuda. "Esta ideia surgiu entre mim e a Ana Ribeiro, do Porto, numa conversa, porque tínhamos a ideia do Banco Alimentar Contra a Fome, que era uma ideia interessante, mas ligado com os animais, ou seja, distribuição de ração", explicou à Lusa o co-fundador do BAA, durante a entrega de alimentos e cobertores à Focinhos e Bigodes. De acordo com João Pedro Valente, apesar do BAA só existir há pouco mais de dois meses, já conseguiu entregar mais de 1.300 quilos de ração em 33 ajudas a associações e particulares e conta já com a ajuda de 91 voluntários espalhados de norte a sul do continente e nas ilhas. "O nosso principal objectivo é a criação de um stock ao longo de um mês e depois ir distribuindo pelas várias associações", frisou.A recolha desses mantimentos é feita, para já, só com a ajuda de donativos de particulares porque o BAA ainda não é oficialmente uma associação. "Recebemos a maior parte dos donativos de particulares que entregam a vários voluntários que estão estipulados numa lista no nosso blogue, mas também através de pontos de recolha, já que temos vários, em Lisboa, Porto e na Madeira", adiantou João Pedro Valente. Por isso, quem quiser ajudar cães e gatos, pode fazê-lo através do blogue do BAA.
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